Hails Nunca um álbum de Moonspell veio tão perto de ser absoluta, como o novo opus magna (obra-prima) Alpha Noir,lançado pela Napalm Records. Moonspell tem aproveitado um detalhe em sua energia cheia de gothic metal, adicionando uma parede de guitarra forjada por artistas eternos como Bathory, King Diamond ou em uma torção da faca de lendas antigas thrash metal como Onslaught, Metallica primeiras obras ou mesmo Testament e Artillery, fazer um registro Alpha Noir verdadeiramente surpreendente e fresco, onde todas as canções têm um efeito de climax sobre eles, um encanto de alta tensão que vai para o público eletrizante com certeza de quando jogado em um palco. Músicas como a faixa-título (Alpha Noir), ou a infecciosas “Versus”, o lobo hino“Lickanthrope “ou cantado em Português “Em Nome Do Medo”(In The Name Of Fear) e o épico fechamento “Grandstand”, pode ficar acolhedor do passado, mas não se enganem: Alpha Noir é um salto de fé e crença em suas habilidades de escrita e musicalidade progressist.
Artist: Moonspell
Album: Alpha Noir
Released: 2012
Style: Heavy Metal
Format: MP3 320Kbps / FLAC
Size: 90+85 Mb
CD1:
01 – Axis Mundi
02 – Licknthrope
03 – Versus
04 – Alpha Noir
05 – En Nome Do Medo
06 – Opera Carne
07 – Love Is Blashemy
08 – Grandstand
09 – Sine Missione
CD2:
01 – Whiteomega
02 – White Skies
03 – Fireseason
04 – New Tears Eve
05 – Herodisiac
06 – Incantatrix
07 – Sacrificial
08 – A Greater Darkness
Hails,
O Cradle of Filth é uma das poucas bandas que não se desgasta ao insistir na famosa fórmula que mescla vertentes de metal extremo com sinfonias, e ao contrário da tempestade de bandas genéricas surgidas na década de 90, esses britânicos vampirescos ainda mantém o alto nível a cada álbum lançado. No entanto, sua nova investida tomou um rumo adjacente ao seu estilo habitual, pois desta vez surgiu algo realmente diferente das ricas mentes mórbidas desses músicos, ainda que não tenham deixado suas feições típicas de lado. A proposta do novo CD “Midnight in the Labyrinth”, é apresentar músicas de seus quatro primeiros álbuns com uma nova sonoridade, no qual todas as linhas melódicas foram regravadas de forma orquestrada, com narrações sombrias do vocalista Dani Filth e a ex-integrante Sarah Jezebel Deva, de modo que toda a obra se apresenta como uma grande trilha sonora de filmes de terror. Esqueça as guitarras pesadas e as baterias velozes, pois a maior característica do álbum é a penumbra, que se mantém ativa da primeira à última faixa.
A essência teatral da banda continua intacta, ou talvez até um pouco mais acentuada que o normal, afinal de contas, conforme mencionado pelo próprio Dani Filth, o trabalho foi inspirado nos compositores Danny Elfman, John Williams e Christopher Young que têm como especialidade criar trilhas sonoras para filmes hollywoodianos, com ênfase no terror. Portanto subentende-se que cada música foi retrabalhada para que estimulasse a imaginação do ouvinte, conduzindo-o para um outro universo, fantástico, mórbido e cinematográfico, coisa que de fato acontece, desde que você ouça o CD na ocasião adequada.
É um álbum caça-níquel? Eu não o considero desta forma, pois a repercussão dos últimos álbuns da banda foi muito boa, e não haveria motivo pra este tipo de monetização estratégica. E também não pode ser chamado de tapa buraco, afinal já existe a promessa de um lançamento de inéditas para este ano, mantendo assim a média de um lançamento a cada dois anos.
O álbum é duplo sendo que no CD 1 constam as músicas orquestradas com as narrações, e no CD 2 praticamente as mesmas músicas, porém sem as narrações. Absolutamente desnecessário! E nesse aspecto podemos supor com segurança que o CD 2 não deveria existir, e foi incluído apenas para encarecer o material.
Musicalmente o trabalho é excelente e de sonoridade homogênea, portanto não há nenhum grande destaque que valha a pena ser citado. Entretanto eu não posso deixar de priorizar as faixas ‘The Twisted Nails of Faith’ e ‘Thirteen Autumns and a Widow’, ambas do “Cruelty and the Beast” de 1998. O motivo é muito simples. O “Cruelty and the Beast” é o melhor álbum do Cradle of Filth e isso é incontestável, portanto suas músicas sempre se destacarão. Mas isto é meramente pessoal. A última música do CD 1, ‘Goetia (Invoking the Unclean)’, também merece alguma ênfase pelo fato de não ser exatamente uma música, e sim uma reprodução de mais de 13 minutos de ruídos, sussurros e outros elementos funestos.
“Midnight in the Labyrinth” é essencialmente um trabalho direcionado para fãs assíduos da banda, fãs de música clássica e fãs da cultura gótica. É interessante fazer comparações das novas versões com as antigas, mas não é adequado para aqueles momentos em que você quer ouvir Metal. O que o CD traz é exatamente o que foi anunciado previamente, e podemos dizer que a banda fez muito bem o que se propôs a fazer.Comenta ai mas de pois de banguear!!!!
Tracklist:
CD1
1. A Gothic Romance (Red Roses For The Devil’s Whore)
2. The Forest Whispers My Name
3. The Twisted Nails Of Faith
4. The Rape And Ruin Of Angels (Hosannas In Extremis)
5. Funeral In Carpathia
6. Summer Dying Fast
7. Thirteen Autumns And A Widow
8. Dusk And Her Embrace
9. Cruelty Brought Thee Orchids
10. Goetia (Invoking The Unclean)
CD2
1. The Rape And Ruin Of Angels (Hosannas In Extremis)
2. Dusk And Her Embrace
3. Summer Dying Fast
4. The Twisted Nails Of Faith
5. Funeral In Carpathia
6. The Forest Whispers My Name
7. Cruelty Brought Thee Orchids
8. A Gothic Romance (Red Roses For The Devil’s Whore)
9. Thirteen Autumns And A Widow DOWNLOAD LINKS:
CD1:
RAPIDGATOR:Download
FILEZPRO:Download
CD2:
FILEZPRO:Download
Hails!!
e como dizem quem é Death sempre aparece!!!
Voltei galera,tava meio doente sem poder postar nessa porra mas de agora em diante estamos de volta.Então se der acompanhe a gnt ai!!
Salut666
Recentemente o líder do Behemoth, Nergal, declarou à rádio "RSU", como anda o processo de criação do novo álbum da banda.
"Eu
escrevi um monte de material, com textos completos, vários versos e
refrões. [...] Posso assegurar a vocês que o novo álbum deve sair no ano
que vem. Começaremos a trabalhar duro neste verão", declarou o músico.
Hails murders,postando o novo cd da banda epica,tive tempo de ouvir e posso dizer que epica vem evoluindo cada vez mais nos seus trabalhos muito bom o cd!!
A banda italiana CADAVERIA, liderada pela vocalista Cadaveria (Opera IX).Acaba de lancr seu mais novo CD via Bakerteam Records, intitulaado "Horror Metal".
O tracklist de "Horror Metal" é o seguinte:
01 - Flowers In Fire
02 - The Night's Theatre
03 - Death Vision
04 - Whispers Of Sin
05 - Assassin
06 - The Days Of The After And Behind
07 - Apocalypse
08 - The Oracle (Of The Fog)
09 - Requiem
10 - This Is Not The Silence
11 - Hypnotic Psychosis
Lamb Of God, "Resolution", lançado recentemente em todo o mundo - no dia 24 de janeiro de 2012. Aqui no Brasil, até o momento, o disco foi lançado apenas digitalmente pela loja iTunes. No formato físico, não tomei conhecimento ainda de nenhum lançamento - nas lojas mais tradicionais como Saraiva e FNAC, não estavam disponíveis.
O Lamb Of God é uma banda da nova safra de boas bandas de heavy metal surgidas nos EUA a partir dos anos 2000, participantes de um movimento denominado New Wave of American Heavy Metal - nova onda de heavy metal americano. Outras bandas que também são consideradas partes deste movimento seriam Hatebreed, DevilDriver , Mastodon e Unearth. É um movimento que se originou com bandas como Pantera, Machine Head e Biohazard, que trouxeram de volta ao mainstream a poderosa influência thrash e hardcore.
Depois de lançar seu primeiro disco com um nome diferente - a banda na época se chamava Burn The Priest, o Lamb Of God vem lançando discos poderosos e crescentes desde 2000, chegando este ano ao seu sexto disco de estúdio (sétimo se contar o disco de estreia como Burn The Priest). Na sequência, foram "New American Gospel" (2000), "As The Palaces Burn" (2003), "Ashes Of The Wake" (2004), "Sacrament" (2006) e "Wrath" (2009).
Lamb Of God - foto promocional Este novo álbum, "Resolution", chega num momento importante para a banda, que vem de dois discos fortes e consagradores: "Sacrament", que recebeu uma indicação ao Grammy; e "Wrath", que na minha opinião é seu registro mais forte. Depois de muito excursionar promovendo seu último álbum, chegou a hora de gravar mais um grande disco e tentar se consolidar definitivamente na cena heavy metal mundial. Uma primeira dica de quão bom seria este álbum veio no começo de dezembro de 2011, quando o primeiro single foi lançado: "Ghost Walking". Uma faixa intensa, os conhecidos vocais rasgados de Randy Blythe se aliando às guitarras de Will Adler e Mark Morton, com Chris Adler e John Campbell na cozinha segurando as pontas. Após uma faixa de tamanha qualidade, a expectativa aumentou bastante em torno do lançamento deste novo disco.
Na última semana finalmente verifiquei que o disco estava disponível para download na loja iTunes e rapidamente baixei. A seguir, comecei a ouvir este petardo, iniciando com o peso monstruoso de "Straight For The Sun", uma canção mais arrastada, porém curta, apenas um prelúdio para a próxima canção, "Desolation", que emenda na anterior com seus riffs alucinantes de guitarra, com Blythe berrando a plenos pulmões, seus vocais característicos e marcantes. Já comentei acima o poder da terceira faixa e primeiro single do disco. "Guilty" acelera ainda mais o andamento, e "The Undertow" traz forte influência de Slayer nos seus riffs. "Barbarosa" é um tema instrumental curtinho, de pouco mais de um minuto, apenas uma introdução de luxo para a canção seguinte, "Invictus", outra pancada de peso intenso - o baixo de Campbell se destaca e também te prepara para mais um grande solo - eles estão excelentes neste álbum.
A segunda parte do disco começa a toda com "Cheated", outra de velocidade supersônica que te nocauteia com força - e a influência do Slayer mais uma vez se nota presente. "Insurrection" começa mais calma, e depois acelera um pouco, mantendo um andamento mais moderado que as outras faixas. "Terminally Unique", "To The End" e "Visitation" mantém o ritmo do disco acelerado, com as características marcantes dele: muito peso, velocidade, riffs fortes e cortantes e o vocal rasgado de Blythe ditando o ritmo.
Na última faixa, "King Me", temos a grande diferença, talvez uma das faixas que a banda mais tenha arriscado em toda a sua discografia. Um tema de andamento bem mais lento que os demais no começo, com teclados orquestrados ditando o ritmo ao lado das guitarras. Até mesmo Blythe muda sua característica vocal rasgada para cantar um pouco diferente. Claro, chega um ponto que a porradaria e a gritaria volta ao padrão. Não se assustem tanto, a canção é bacana e ficou bem legal.
Quem adquirir o disco pela loja iTunes receberá duas faixas bônus: "Digital Sands" e uma versão ao vivo de "Vigil" (originalmente lançada no disco "As The Palaces Burn"). A primeira segue o mesmo padrão das demais, enquanto que a segunda vem apenas mostrar a força incrível da banda tocando ao vivo.
Relação das músicas do CD:
1 - "Straight For The Sun"
2 - "Desolation"
3 - "Ghost Walking"
4 - "Guilty"
5 - "The Undertow"
6 - "The Number Six"
7 - "Barbarosa"
8 - "Invictus"
9 - "Cheated"
10 - "Insurrection"
11 - "Terminally Unique"
12 - "To The End"
13 - "Visitation"
14 - "King Me"
15 - "Digital Sands" (bônus do iTunes)
16 - "Vigil" (live) (bônus do iTunes)
Alguns vídeos com canções do álbum:
"Ghost Walking" - vídeo promocional:
"The Undertow" - somente o áudio (reparem a influência de Slayer - por volta de 1:33):